Áreas de Atuação

Interdependência: As pessoas são uma parte inseparável do ambiente. Somos todos parte de um sistema que interliga as pessoas, a sua cultura, as suas atividades sociais e económicas e os recursos naturais.

Diversidade: A Terra e todos os seus habitantes são caracterizados por uma grande diversidade – biológica, cultural, linguística, social e económica. É fundamental entender a importância e o valor de cada uma destas formas de diversidade para a qualidade da vida humana e a para a saúde dos ecossistemas.

Direitos Humanos: Todos temos o direito intrínseco à liberdade de crença, expressão, associação e proteção jurídica, bem como às condições que nos permitam agir sobre esses direitos, como o acesso à educação básica, alimentação, habitação, saúde e igualdade de oportunidades.

Equidade e justiça global: Este princípio é designado por “equidade intrageracional” e sublinha que os direitos e as necessidades dos outros devem ser atendidos para que seja prevista uma qualidade de vida justa e abundante para todos.

Direitos das gerações futuras: Este princípio é designado por “equidade intergeracional”. Nele realça-se que as nossas escolhas e estilo de vida irão, inevitavelmente, afetar a capacidade das gerações futuras em usufruírem da mesma gama de opções dos dias de hoje.

Preservação: A natureza contém uma série de recursos renováveis ​​e não renováveis que os seres humanos podem explorar para satisfazer as suas necessidades. Ao escolher o estilo de vida que queremos, devemos respeitar, a longo prazo, a sustentabilidade desses recursos e a necessidade da conservação da natureza pelo seu valor intrínseco, não apenas pelo seu valor utilitário.

Prosperidade económica: O crescimento económico depende de um sistema dinâmico de desenvolvimento económico em que todos tenham a oportunidade e a capacidade de obter os recursos necessários a uma qualidade de vida satisfatória, no quadro de um desenvolvimento sustentável.

Valores e opções de estilo de vida: Valores que refletem preocupação com o bem-estar, a vitalidade económica e a qualidade do ambiente são necessários para garantir que fazemos escolhas que contribuem para um futuro sustentável para todos.

Democracia e participação cívica: As pessoas estão mais abertas a cuidar dos outros e do meio ambiente quando têm o direito, a motivação e a capacidade necessária para participar na tomada de decisão sobre o que afeta as suas vidas.

Princípio da precaução: As questões relacionadas com o desenvolvimento sustentável são complexas e dados científicos sobre o tema estão muitas vezes incompletos ou dispersos. Nas situações de incerteza existe uma necessidade especial em agir criteriosamente e com consciência sobre eventuais consequências não intencionais.